Da medicina de ontem ao que se vive na atualidade, Araraquara ainda absorvida pelo conservadorismo, tem demonstrado uma elevada dose de simpatia pelo trabalho de profissionais que tornaram-se símbolos de uma geração e exemplo para os novatos que chegam doutrinados pela modernidade e o avanço da tecnologia. É inegável a admiração e o respeito aos que com denodo invadiram os campos do conhecimento e com parcos recursos técnicos, escreveram uma história de responsabilidade para satisfação e honra de uma classe.
De fato, uma boa parte dos médicos que ainda atuam em Araraquara pertencem à Velha Guarda da nossa medicina, mantendo traços do que é comumente chamado de atendimento familiar, onde a avó levava a filha, depois a neta, estabelecendo vínculos de confiança e amizade. Assim, Guaracy Lourenço da Costa, Eduardo Lauand, Alberto Maria de Lucca, Francisco Logatti, Luiz Gonzaga Corrêa, Euclides Crocci e tantos outros, viveram mergulhados em uma Araraquara efervescente, fazendo eles ‘ponte aérea’ entre Santa Casa, Beneficência Portuguesa, Hospital São Paulo e Gôta de Leite nos anos 60. Na verdade, estes profissionais estão bem longe do primeiro ‘prático de medicina’ que por aqui teria aparecido por volta de 1856, chamado Viriato Moura.De fato, uma boa parte dos médicos que ainda atuam em Araraquara pertencem à Velha Guarda da nossa medicina, mantendo traços do que é comumente chamado de atendimento familiar, onde a avó levava a filha, depois a neta, estabelecendo vínculos de confiança e amizade. Assim, Guaracy Lourenço da Costa, Eduardo Lauand, Alberto Maria de Lucca, Francisco Logatti, Luiz Gonzaga Corrêa, Euclides Crocci e tantos outros, viveram mergulhados em uma Araraquara efervescente, fazendo eles ‘ponte aérea’ entre Santa Casa, Beneficência Portuguesa, Hospital São Paulo e Gôta de Leite nos anos 60. Na verdade, estes profissionais estão bem longe do primeiro ‘prático de medicina’ que por aqui teria aparecido por volta de 1856, chamado Viriato Moura.
Na história há evidentemente um grande salto de qualidade no atendimento prestado de forma coletiva desde o surgimento da Unimed como cooperativa em maio de 1971. Foi ela efetivamente que não apenas estabeleceu a congregação dos médicos para a sua defesa econômico-social, como também implantou sistemas de atendimento ao paciente, fortalecendo ainda mais os vínculos entre ambos – uma situação que se arrastava de forma individualizada e sem muitos critérios. A Unimed foi sem dúvida o elo entre o cooperado e o associado, prevendo o avanço populacional e a necessidade de se apresentar como gestora.
Passadas quatro décadas e meia deste cooperativismo pontuado pela efetiva participação dos seus primeiros médicos-cooperados, nota-se que o trabalho destes profissionais foi importante na consolidação familiar. A Unimed queira ou não, conseguiu manter estes traços de amizade e cordialidade, de confiança e respeito, entendendo que, se em 1960, a nossa expectativa de vida era de 48 anos, hoje quase 60 anos depois, alcança os 75 anos, de acordo com o IBGE. Se por um lado a longevidade é sinal de evolução social e econômica, por outro demanda mais investimentos na área de saúde, já que há necessidade de maior assistência durante o envelhecimento. Dessa responsabilidade, a Unimed nunca se afastou e fez nascer o Univida, que oferece aos clientes vários programas de saúde com um único objetivo: viver uma vida saudável, garantindo não apenas que a população viva mais, mas que viva melhor.
Lembrando aqueles médicos que ainda ajudam a escrever a história da nossa medicina, agora unindo a experiência com a tecnologia através de cursos, simpósios e congressos para atualizar conhecimentos, entendemos que eles ainda representam a confiabilidade familiar e que os novatos que aqui chegam, devem se inspirar neste antigo relacionamento interpessoal para fincar raízes em solo estranho e ganhar a simpatia do paciente.