Durante o almoço de celebração dos 57 anos do Daae realizado nesta semana, em que tomou parte ao lado do superintendente Wilian Thomaz Maréga, e demais diretores da autarquia, o prefeito doutor Lapena disse que – até o dia 15 de julho quando se encerra a segunda fase do UniversalilzaSP – Araraquara não prosseguirá no programa.
“O Daae é referência pela força de um trabalho técnico sério e incansável. A todos os trabalhadores, obrigado pelo suor de vocês. Eu tenho orgulho, porque vocês vestem a camisa do Daae”, disse Maréga.
Ao lado de Maréga, Lapena falou sobre a segunda fase do programa UniversalizaSP, na qual a autarquia está inscrita atualmente, e que prevê um inventário das bacias hidrográficas da região. “Esse relatório do Estado aponta possíveis falhas e necessidades do Daae, na cidade e na área rural. Até o dia 15 de julho encerra a segunda fase e nós não vamos prosseguir”, declarou o prefeito.
Ele ressaltou que, ao final da segunda fase, o Governo do Estado pode fazer uma proposta de concessão, mas estar dentro do Universaliza não significa que o Município tem que participar desse processo. “Em nenhum momento eu disse que ia privatizar ou fazer concessão”, acrescentou.
Lapena lembrou ainda que o UniversalizaSP está baseado no Marco Legal do Saneamento Básico, o que torna importante a realização de um inventário de todas as bacias, para detectar necessidades e direcionar investimentos.
Na verdade, o fato de se inscrever no programa, supostamente o governo municipal sinalizou para futura privatização que é a tendência e o objetivo de quem participa da primeira fase do projeto, contudo a forte pressão da sociedade parece ter influenciado Lapena a mudar de ideia, ainda que tenha dito que se valeu do acesso inicial para ter um inventário das bacias hidrográficas da região.
O município não se manifestou se – há custos para obtenção dessas informações sobre os estudos que visam detectar problemas e necessidades do Daae.