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Motociclista embriagado resiste a voz de prisão, desecata guardas municipais e vai para o Plantão

O condutor da moto não obedeceu o sinal de parada durante o bloqueio feito pela Guarda Municipal e perseguido acabou detido, reagindo a voz de prisão. Após dominado, os policiais municipais o algemaram.

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Motociclista supostamente embriagado permaneceu um tempo algemado e sentado no asfalto

‎Durante bloqueio policial, um motoqueiro desobedeceu à ordem legal de parada e tentou transpor o bloqueio feito pela GCM em Araraquara, empreendendo fuga. Diante da desobediência e da fundada suspeita, as equipes de motocicletas iniciaram breve acompanhamento, emitindo reiteradas ordens de parada por meio dos dispositivos luminosos, sinais sonoros (sirene) e comandos verbais.

‎No momento da abordagem, o indivíduo desobedeceu às ordens legais emanadas pela equipe e passou a oferecer resistência ativa, tentando agredir os policiais da GCM, sendo então empregado o uso qualificado da força por parte dos policiais da GCM, com técnicas de imobilização para cessar a agressividade do abordado.

‎Segundo o boletim foi necessário o emprego de algemas diante da resistência apresentada e para garantir a integridade física do condutor da moto e dos agentes públicos.

‎Realizada busca pessoal e consulta documental via sistemas, nada de ilícito foi constatado em desfavor do abordado, só que durante o atendimento, a equipe constatou que o indivíduo apresentava forte odor etílico, fala pastosa, olhos avermelhados, comportamento agressivo e sinais evidentes de alteração da capacidade psicomotora. Indagado, informou espontaneamente que havia saído de um bar, onde ingeriu bebida alcoólica.

‎Diante dos indícios de embriaguez ao volante, o conduzido foi apresentado no Plantão Policial, sendo-lhe proposta a realização do teste do etilômetro, porém recusou a realização do exame.

‎Em razão da recusa e dos sinais clínicos observados pela equipe, a autoridade policial determinou a condução do indivíduo até a UPA para o exame de sangue, visando complementar os elementos probatórios, liberando-o posteriormente para responder às medidas cabíveis, conforme deliberação da autoridade policial.

‎Como resultado, foram lavrados autos de infração de trânsito sendo a motocicleta recolhida ao pátio.