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Sábado (10) começa a Mostra de Teatro Infantil Ariovaldo dos Santos

Programação virtual tem início às 10 horas da manhã e segue com apresentações à tarde

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A Mostra de Teatro Infantil Ariovaldo dos Santos tem início neste sábado, 10 de outubro, com uma programação centrada em contações de histórias e podcasts para as crianças curtirem acompanhadas por toda a família. A programação, realizada pela Secretaria municipal da Cultura e Fundart, pode ser acompanhada no canal da Prefeitura de Araraquara no Youtube, com link disponibilizado na página provisória da Prefeitura no Facebook (@MunicípioAraraquara).

A programação de abertura apresenta: “O Circo da Lua”, contação com Bella Santos e Jenifer Costa (10h); “As amizades de Kingel”, contação de histórias com Vitorugo (14h); “Me contaram que na África…”, podcast com Maia e Neila Dória (16h); e “As aventuras de Curupira e Saci Pererê”, contação com Edilena Malta (17h).

As atividades da Mostra de Teatro Infantil seguem até o Dia das Crianças, 12 de outubro (segunda-feira) e, depois, continuam disponíveis no Youtube da Prefeitura de Araraquara para a visualização dos interessados.

A secretária municipal da Cultura, Teresa Telarolli, lembra que “dentro do contexto da suspensão das atividades culturais presenciais em decorrência dos cuidados com a pandemia, mais uma vez a Secretaria de Cultura de Araraquara e a Fundart optaram pela adaptação ao modelo de exibições virtuais. Esta tem sido uma experiência desafiadora sob o ponto de vista da flexibilidade de modelos historicamente consolidados, seja sob perspectiva da gestão cultural, seja pela dos artistas. A Mostra de Teatro Infantil Ariovaldo dos Santos chega plenamente adaptada às referidas mudanças, sem qualquer perda de qualidade ou capacidade de atingir o seu público – ao contrário: a programação está linda e vale ser compartilhada pela garotada junto de toda a família.”

Confira mais detalhes das apresentações:

10h – “O Circo da Lua” – Contação de histórias com Bella Santos e Jenifer Costa

As atrizes Bella Santos e Jenifer Costa mergulham na magia do circo mambembe, em sua última pesquisa. Com um roteiro para o estudo de linguagens digitais e de conteúdo infantil com foco na narração de histórias, as atrizes realizaram testes de linguagem, som e fotografia de vídeo a fim de descobrir um novo caminho possível, com conteúdo atraente e divertido para o público.

Com roteiro de Jenifer Costa, “O Circo da Lua” conta experiências nos circos D. Itália, Las Vegas e Stankowich, com material elaborado a partir de referências teóricas. É através da menina Lua que o público conhece os personagens do circo “Las Mágicas”. Palhaços, malabaristas, trapezistas e fantasmas… todos sempre com alguma boa história para contar!

Com instrumentos musicais reciclados e objetos cotidianos, surgem a música e os sons que conduzem esta história, cheia de surpresas e suspense e que estimula a capacidade de memorização, além de aguçar a sensibilidade e a afetividade.

“O Circo da Lua” é uma contação repleta de magia, palhaços e aventuras e, com a personagem Lua, propõe viajar pelas estradas coloridas do circo Las Mágicas!

14h – “As amizades de Kingel” – Contação de histórias com Vitorugo

À tarde, às 14 horas, o ator vitorugo apresenta a contação escrita por ele “As amizades de Kingel”, em que retrata – de forma lúdica e educativa – um momento atual, onde uma horta comunitária e plantações de frutas passam por um grande problema, prejudicando a colheita e a felicidade de todas. Para isso, o Seu Kingel, o Doutor Sábio Nete e a Dona Máskara precisarão se aliar com a comunidade para que tudo fique bem.

16h – “Me contaram que na África…” – Podcast com Maia e Neila Dória

O podcast “Me contaram que na África…”, de Maia e Neila Dória, é voltado para o público infantil e conta três curiosas histórias baseadas em lendas africanas. De forma lúdica, rápida e bem humorada, questões como a criação do universo, o surgimento dos seres humanos e a diversidade cultural são abordadas com muita leveza para os pequenos e pequenas.

A primeira história, “Mawu”, conta a lenda que em Benin, antigo Reino do Daomé, a serpente eterna, Aido-Hwedo, e sua esposa, Mawu, a criadora de tudo que existe no mundo, andavam pelo universo e, no início de tudo, formaram a Terra. A história busca compreender os mistérios relacionados ao surgimento do planeta Terra e também explicar sua sustentação, inconstância e adversidades.

Em “Terra Colorida”, o enredo caminha pela compreensão da diferença de tonalidades de pele das pessoas, relacionando o fato ao mito da criação do ser humano através da manipulação do barro, inserindo a diferença no campo do natural, com a história dos Chiluques, povo que vive próximo ao Nilo Branco, rio que fica entre Sudão e Uganda, quando o deus criador de tudo era Juok. Certo dia esse Deus resolveu criar os humanos e, para isso, ele resolveu usar um material muito interessante e que estava disponível por toda parte: o barro. Ele foi juntando terra e água para construir as primeiras pessoas da Terra. O Deus Juok usou o barro de diferentes territórios e regiões por onde foi passando para moldar os humanos e, para sua surpresa, em cada lugar a terra era de uma cor diferente. Em alguns lugares a terra era branca feito a neve, em outros era escura como a noite. Ele ficou maravilhado com aquilo! Cada pessoa tinha uma cor diferente e isso era muito legal! Tudo isso explica as diferentes tonalidades de pele presentes na Terra e mostra como todos nascem da mesma maneira, mas são diferentes por aquilo que os formam e que a cor da pele é só um detalhe.

A última contação é “Tambor Africano”, tratando do sagrado presente na cultura que provém da vivência em sociedade e da criação dos humanos, muitas vezes tidas como presentes divinos. Nesse caso especificamente, o tema é o tambor, instrumento presente em todo o território africano, tido como sagrado e base de diversas religiões de matrizes africanas que são praticadas no Brasil até hoje. “Tambor Africano” apresenta a história do povo africano da Guiné, os Bijagós, contando sobre o Macaquinho de Nariz Branco que fez a primeira viagem à Lua e que originou, naquele recanto de terra africana, o primeiro batuque ao som do tambor – instrumento que permitia transmitir notícias a longas distâncias e festejar grandes dias.

O projeto “Me contaram que na África…” visa estimular crianças e adultos à riqueza do ouvir, refletindo assim sobre a convivência e influência de elementos das culturas africanas em nossas vidas.

17h – “As aventuras de Curupira e Saci Pererê” – Contação de histórias com Edilena Malta

Por fim, o sábado se encerra com a contação “As aventuras de Curupira e Saci Pererê”, às 17 horas, com Edilena Malta. A contação traz estes personagens da cultura popular brasileira em choque quando conhecem uma cidade grande. Os problemas da vida moderna e suas dificuldades, a destruição das florestas e do modo de vida de seus habitantes, a discriminação, a busca por empatia e a solidariedade humana aparecem de onde não se espera. A contação propõe olhar e descobrir o que existe ao seu redor, já que muitas vezes as pessoas são levadas a pensar a paisagem urbana, apenas olhando… mas sem ver!

SERVIÇO:

Mostra de Teatro Infantil Ariovaldo dos Santos

Datas: 10, 11 e 12 de outubro

Local: canal da Prefeitura de Araraquara no Youtube (www.youtube.com/prefeituradeararaquaraoficial), com link disponibilizado na página provisória da Prefeitura no Facebook (@MunicípioAraraquara)

Sábado (10 de outubro)

10h – “O Circo da Lua” – Contação de histórias com Bella Santos e Jenifer Costa

14h – “As amizades de Kingel” – Contação de histórias com Vitorugo

16h – “Me contaram que na África…” – Podcast com Maia e Neila Dória

17h – “As aventuras de Curupira e Saci Pererê” – Contação de histórias com Edilena Malta

Domingo (11 de outubro)

10h – “Contos de Ovelharia: A História do Primo Pavão” – Contação de histórias com SubverCia

14h – “Brincando na Terra” – Podcast com Vitorugo e Vitor Matheus

16h – “A menina inteligente” – Contação de histórias com Morada das Histórias

17h – “Espelho, espelho meu, será que sou realmente eu?” – Podcast com Higor e Luana Germano

Segunda-feira (Dia das Cainças – 12 de outubro)

10h – “O meu medo do medo do escuro” – Cena Curta com SubverCia

10h30 – “Sonhos Possíveis” – Contação de histórias com Grupo Cortex

14h – “Cururú, Petúnia e o Moleque Beijo” – Podcast com Denis Pimentta e Tania Capel

16h – “A Lenda da Abayomi” – Contação de histórias com Samantha Caetano e Márcio Rocha

17h – “Dudu, o baiacu” – Podcast com Produtora Menino Andante