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DIG e DISE estouram Complexo da Droga no CECAP e no Jardim Iêda nesta quinta-feira

Investigação começou em fevereiro, exigindo cautela e paciência, e hoje, embora preso o chefe do cartel e um auxiliar que atuava na comercialização da droga o delegado Fernando Bravo sinaliza para a existências de outras pessoas na composição da quadrilha. Foram apreendidos cerca de 14 quilos de maconha e quase 3 quilos de cocaína.

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Droga apreendida (Parte 01)

Policiais da DISE (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) e DIG (Delegacia de Investigações Gerais) prenderam nesta quinta-feira 09) em pontos diferentes de Araraquara, dois homens diretamente envolvidos no tráfico de drogas: CECAP e Jardim Iêda. Os agentes chegaram a admitir que locais estavam bem estruturados, funcionando como uma espécie de laboratório.

De acordo com os policiais que já vinham trabalhando na investigação desde o começo de fevereiro, foram recolhidos materiais vinculados ao tráfico, além de equipamentos destinados a produção. Embora duas prisões tenham sido registradas a polícia acredita que – outras pessoas estão envolvidas no crime dada a estrutura operacional montada pelos traficantes.

A polícia admite que foi uma operação que exigiu muita paciência, pois seria preciso inicialmente um levantamento para coleta de informações para posteriormente serem solicitados os mandados já que – dois locais apareciam como suspeitos, um para a produção e outro destinado a comercialização.

Parte 02, com equipamentos para a produção comercial

Em uma das residências não havia móveis, deduzindo-se que o local era restrito a produção; houve a apreensão de 13,775 kg de maconha, 2,898 Kg de cocaína e 0,584 kg de crack, prensa hidráulica, balanças de precisão, utensílios normalmente usados na confecção da droga, pinos plásticos, cinco telefones celulares e um total de R$ 2.904,00 em moeda corrente.

Na outra casa que seria a moradia do traficante a polícia localizou apenas dinheiro. Após a prisão, os dois traficantes – ambos com 33 anos – foram ouvidos e levados para a Cadeia Pública de Santa Ernestina, devendo passar agora por audiência de custódia. As investigações seguem para detectar se há outras pessoas envolvidas na prática do tráfico, comentou o delegado da DIG e DISE, Fernando Bravo.