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Pastor de Araraquara é acusado de estuprar filha e sobrinha

Homem de 31 anos foi acusado pela cunhada de abuso sexual contra sua filha de 10 anos e também a filha adotiva do Pastor de 14 anos; ele segue em liberdade

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O B.O. foi elaborado na Delegacia de Plantão

Uma mulher de 33 anos compareceu à Delegacia de Plantão na noite de sábado (17), e elaborou um boletim de ocorrência por estupro de vulnerável. Ela disse que na semana passada em uma festa da família, em uma área de lazer, a filha adotiva do Pastor de 14 anos de idade, revelou que o Pastor de 31 anos de idade, vinha cometendo abuso sexual contra ela.

A tia que é mãe de uma menina de 10 anos então questionou a filha, que todos os finais de semana deixava a sua residência no Jardim São Rafael e seguia para a casa do Pastor, seu tio que reside no Selmi Dei, para brincar com a prima de 14 anos de idade, e soube que lá acontecia também brincadeiras com ela e o tio.

Revelou ainda que as brincadeiras aconteciam no chão da sala e também no interior de um dos quartos, com ela, e também com a prima de 14, filha adotiva do Pastor.

De acordo com o boletim de Ocorrência, o pastor teria ido ensinar sua filha adotiva a andar de moto, quando se aproveitou para passar a mão nos seios, pernas e vagina da menina.

Em outra ocasião teria pedido para que ela se deitasse ao seu lado no chão da sala para assistir televisão quando começou a lhe morder as orelhas e passar a mão pelo seu corpo, onde a menina ficou “dura” de medo.

Na terceira tentativa, o pastor brincava com a filha adotiva de lutinha, e valendo-se disso tentou por várias vezes levá-la para o quarto.

A garota de 10 anos revelou a sua mãe que há cerca de dois meses, brincado na casa da prima o pastor também cometeu abuso sexual com ela, deixando a menina traumatizada e desde então, a garota não foi mais na casa do tio.

Ainda de acordo com o B.O. o Conselho Tutelar vem acompanhando o caso, a queixa foi dada no Plantão Policial, mas o Pastor segue em liberdade, onde o caso deve ser investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher.

A garota de 14 anos segue na tutela de parentes.