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Polícia já teria pistas sobre o incendiário da Kombi dos recicláveis no Jardim Brasil

Os proprietários do veículo que era utilizado para recolher recicláveis apontaram um suspeito e polícia ainda busca imagens do sistema de monitoramento. A Kombi garantia parte do sustento do aposentado.

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Kombi teve sua frente destruída de forma criminosa (Colaborador/Redes Sociais Sociais)

As autoridades policiais desde ontem, quinta-feira (19), buscam pistas que possam esclarecer se uma perua Kombi, estacionada na Rua dos Estados, no Jardim Brasil, em Araraquara, realmente foi alvo de ação criminosa de bandidos.

Poucas horas depois de incendiada e destruída a Kombi que é de propriedade de um casal de aposentados teve as primeiras imagens divulgadas nas redes sociais. Algumas câmeras contidas em sistemas de monitoramento podem esclarecer o fato, contudo foi por água baixo os sonhos dos trabalhadores.

Marido e mulher entendem que sim, o incêndio seria de características criminosas e essa linha de investigação é que vem sendo seguida, por enquanto pela polícia. O incêndio, segundo eles, não foi maior porque o fogo não chegou ao tanque de combustível.

O veículo já faz tempo é de propriedade de um aposentado que faz o recolhimento de recicláveis; com esse dinheiro pelo menos o aluguel era pago com a renda que conseguia com a comercialização dos produtos.

Fátima, a esposa do aposentado contou que o alarme sobre o incêndio no veículo foi dado por um motorista que passava pelo local. Ele viu e chamou o Corpo de Bombeiros, por quem nós fomos acordados na madrugada de hoje. Já era mais de 2 horas, comentou a mulher emocionada.

O dinheiro, segundo o aposentado também ajudava na compra dos seus medicamentos. Ele lembra e narra o fato até mesmo com certa emoção que – chegou em casa com a Kombi cheia de materiais recicláveis. Tinha sido a féria do dia, explicou José Germano, aos policiais.

Um homem já teria sido apontado pelo casal como o provável do incêndio na Kombi, contudo, o setor de investigações necessita de provas, que poderão vir das câmeras de monitoramento existentes na região próxima à residência de Fátima e José Germano.