
A Seleção Brasileira de Futebol ainda não agradou e só empatou com a Colômbia na noite desta terça-feira (2), pela 3ª rodada do Grupo D da Copa América. Os gols do jogo foram marcados por Raphinha e Muñoz.
Time andou apático em campo e grande parte da imprensa definiu como um futebol fraco após jogar mal contra a Costa Rica e o Paraguai, equipe de baixa qualidade técnica; contra a Colômbia, o Brasil escutou até gritos de olé da torcida colombiana.
No primeiro tempo, até parecia que o Brasil iria bem. No início, Raphinha abriu o placar com um gol de falta sensacional. Depois de um pênalti não marcado em Vinícius Júnior, Munoz, no fim do primeiro tempo, empatou o jogo.
No segundo tempo: nada. O Brasil não produziu. Burocrático, rifava a bola a todo momento e quase não teve chances. A equipe ainda saiu no lucro, já que Borré desperdiçou uma chance clara. No fim, Andreas quase definiu o jogo, mas não deu certo.
É difícil achar pontos positivos na atuação da seleção brasileira. Seria repetitivo falar em decepção, especialmente quando o que se vê em campo é um roteiro forjado em todas as partidas sob o comando de Dorival Júnior. Não há motivos suficientes para compreender como o Brasil apresenta um futebol pior do que o da Colômbia. O único senão recai sobre prazo de trabalho. Néstor Lorenzo está prestes a completar dois anos com os colombianos, enquanto Dorival está em seu sétimo jogo com o time brasileiro.
AS QUARTAS DE FINAL
Argentina x Equador — quinta-feira, às 22h (de Brasília), no NRG Stadium, no Texas;
Venezuela x Canadá — sexta-feira, às 22h (de Brasília), no AT&T Stadium, no Texas;
Colômbia x Panamá — sábado, às 19h (de Brasília), no University of Phoenix Stadium;
Uruguai x Brasil — sábado, às 22h (de Brasília), em Las Vegas.