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Estado de São Paulo tem 111 mil casos e 7,6 ml mortes por coronavírus

Taxas de ocupação de UTIs mantêm estabilidade, com 69% no estado e 83% na Grande São Paulo

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O Estado de São Paulo registra nesta segunda-feira (1º) 7.667 óbitos e 111.296 casos confirmados pelo novo coronavírus. Entre as pessoas diagnosticadas com a COVID-19, 21.476 foram internados, curados e tiveram alta hospitalar.

Das 645 cidades, houve pelo menos uma pessoa infectada em 526 municípios, sendo 267 com um ou mais óbitos.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI mantêm-se estáveis, com 83,2% na Grande São Paulo e 69,3% no Estado. O número de pacientes internados é de 12.920, sendo 7.777 em enfermaria e 4.681 em unidades de terapia intensiva.

PERFIL DA MORTALIDADE

Entre as vítimas fatais estão 4.451 homens e 3.216 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 72,8% das mortes.

Observando faixas etárias, nota-se que a mortalidade tornou-se maior entre 70 e 79 anos (1.799), passando para a segunda posição a faixa de 60 a 69 anos (1.771) e 80 e 89 anos (1.497). Entre as demais faixas estão os: menores de 10 anos (13), 10 a 19 anos (22), 20 a 29 anos (63), 30 a 39 anos (298), 40 a 40 anos (572), 50 a 59 anos (1.110) e maiores de 90 anos (522).

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (58,6% dos óbitos), diabetes mellitus (43%), doenças neurológica (11,2%) doença renal (10,5%), pneumopatia (9,4%). Outros fatores identificados são imunodepressão, asma, doenças hematológica e hepática. Esses fatores de risco foram identificados em 6.184 pessoas que faleceram por COVID-19 (80,7%).