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Estado de São Paulo tem 118 mil casos e 7,9 mil mortes por coronavírus

Seis a cada 10 cidades, ou 58% dos municípios, seguem sem óbitos por coronavírus no território paulista

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Entre as vítimas fatais estão 4.626 homens e 3.368 mulheres

O estado de São Paulo registra, nesta terça-feira (2), 7.994 óbitos e 118.295 casos confirmados pelo novo coronavírus. Entre as pessoas diagnosticadas com a COVID-19, 22.265 foram internados, curados e tiveram alta hospitalar.

Os dados de hoje apontam que 58% das cidades do estado de São Paulo permanecem sem mortes relacionadas à doença. Dos 645 municípios, 373 não tiveram nenhum óbito até o momento, e houve um ou mais casos em 533 cidades.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI mantêm-se estáveis, com 85,3% na Grande São Paulo e 73,5% no Estado. O número de pacientes internados é de 11.940, sendo 7.479 em enfermaria e 4.461 em unidades de terapia intensiva.

PERFIL DA MORTALIDADE

Entre as vítimas fatais estão 4.626 homens e 3.368 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 72,8% das mortes.

Observando faixas etárias, nota-se que a mortalidade tornou-se maior entre 70 e 79 anos (1.881), passando para a segunda posição a faixa de 60 a 69 anos (1.842) e 80 e 89 anos (1.561). Entre as demais faixas estão os: menores de 10 anos (13), 10 a 19 anos (23), 20 a 29 anos (64), 30 a 39 anos (303), 40 a 49 anos (597), 50 a 59 anos (1.164) e maiores de 90 anos (546).

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (58,6% dos óbitos), diabetes mellitus (42,9%), doenças neurológica (11,2%) doença renal (10,5%), pneumopatia (9,4%). Outros fatores identificados são obesidade, imunodepressão, asma, doenças hematológica e hepática.

Esses fatores de risco foram identificados em 6.444 pessoas que faleceram por COVID-19 (80,6%).