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Mulher que tentou matar o marido que dormia foi absolvida pelos jurados nesta terça em Araraquara

A ocorrência foi registrada em setembro de 2025, no bairro do Carmo, durante uma discussão entre um casal que vivia na Rua Comendador Pedro Morganti. A sessão do Juri aconteceu nesta terça-feira.

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Fórum em Araraquara onde ocorreu o julgamento da mulher

Nesta terça-feira (5), o Tribunal do Júri isentou uma mulher de 49 anos da acusação de tentar assassinar seu esposo com facadas, em Araraquara. A decisão considerou a argumentação de legítima defesa apresentada pelo seu advogado, levando à absolvição da acusada.

O incidente, que gerou ampla divulgação na imprensa regional, aconteceu em setembro de 2025, no bairro do Carmo, durante uma discussão entre um casal em sua moradia, localizada na Rua Comendador Pedro Morganti. Naquele momento, o homem sofreu ferimentos causados por facadas e foi levado para atendimento médico em condições críticas.

De acordo com as apurações da Polícia Civil, na ocasião, a denúncia indicava que a mulher teria desferido pelo menos quatro golpes de faca enquanto seu parceiro estava dormindo, atingindo áreas críticas. O Ministério Público processou a acusada por tentativa de homicídio qualificado, afirmando que o ato foi praticado com crueldade e utilizando um método que impossibilitou a defesa da vítima.

O companheiro recebeu atendimento pelo Samu e foi levada à UPA do Melhado. Por causa da gravidade das lesões, que afetaram o pulmão, as costas e o braço, foi encaminhado para a Santa Casa. O homem conseguiu sobreviver e compareceu ao tribunal durante o julgamento.

A Polícia Militar encontrou a mulher em um banco de uma praça no centro da cidade momentos depois. Ela tinha cortes nas mãos e sinais de sangue. Ao ser abordada, admitiu ter cometido o crime e revelou o local onde havia deixado a faca empregada na ação.

Com os aspectos apresentados ao longo do julgamento, os jurados perceberam que a situação se desenrolou em um ambiente de violência doméstica e que a ré agiu em defesa própria, conforme argumentado pela sua defesa.

Os advogados enfatizaram que a sentença realça a relevância de uma avaliação minuciosa de situações que envolvem violência de gênero e suas especificidades. A mulher ficou detida de forma preventiva por oito meses na penitenciária feminina de Mogi Guaçu e, após a absolvição, deverá ser liberada.

O Tribunal do Júri absolveu nesta terça-feira (5) uma mulher de 49 anos acusada de tentar matar o marido a facadas, em Araraquara. A decisão acolheu a tese de legítima defesa apresentada pela defesa, resultando na absolvição da ré.

O caso, que teve grande repercussão, ocorreu em setembro de 2025, no bairro do Carmo, durante uma discussão entre o casal na residência onde viviam, na Rua Comendador Pedro Morganti. Na ocasião, o homem foi atingido por golpes de faca e socorrido em estado grave.

Segundo as investigações da Polícia Civil, à época, a acusação apontava que a mulher teria desferido ao menos quatro facadas enquanto o companheiro dormia, atingindo regiões vitais. O Ministério Público de São Paulo denunciou a ré por tentativa de homicídio qualificado, alegando meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

A vítima foi socorrida pelo Samu até a UPA do Melhado e, devido à gravidade dos ferimentos, que atingiram pulmão, costas e braço, foi transferida para a Santa Casa. O homem sobreviveu e esteve presente no plenário durante o julgamento.

A mulher foi localizada pouco depois pela Polícia Militar, sentada em um banco de uma praça na região central. Ela apresentava ferimentos nas mãos e vestígios de sangue. Durante a abordagem, confessou o crime e indicou onde estava a faca utilizada.

Apesar dos elementos iniciais, durante o julgamento os jurados entenderam que o caso ocorreu em contexto de violência doméstica e que a acusada agiu em legítima defesa, conforme sustentado pela defesa.

Em nota, os advogados destacaram que a decisão reforça a importância da análise adequada de casos envolvendo violência de gênero e suas particularidades. A mulher permaneceu presa preventivamente por oito meses na penitenciária feminina de Mogi Guaçu e, com a absolvição, deverá ser colocada em liberdade.