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Para Chediek, Movimento da Causa Operária confunde liberdade com libertinagem

Em nota o vereador Elias Chediek se defende de acusações feitas a ele por um movimento denominado Causa Operária que o chamou de facista e de extrema direita

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Chediek, cumprindo seu papel de vereador, quer saber qual a postura da Prefeitura que estaria deixando de cumprir a lei ao punir responsáveis pela colagem

O movimento considerado de extrema esquerda pelo vereador Elias Chediek (MDB) fez correr nas redes sociais nesta semana, nota que o criticava por ter apresentado em sessão da Câmara, requerimento chamando a atenção da Prefeitura Municipal por permitir colagem de cartazes nos postes, principalmente região central, atingindo o presidente da República Jair Bolsonaro.

O requerimento de Chediek apela para que o município puna os responsáveis pela colagem, seguindo o que determina a lei: “Solicito providências quanto à fixação irregular de cartazes, principalmente em postes e totens de semáforos, contrariando a legislação, uma vez que poluem visualmente a cidade”.

O movimento assegura que o requerimento do vereador diz ser “a propaganda política feita por meio de colagem de cartazes em postes e semáforos com as palavras de ordem Fora Bolsonaro e Eleições Gerais, uma atividade criminosa.”

De fato, existe lei municipal que proíbe colagem de cartazes em postes, sendo a fiscalização e punição de responsabilidade da Prefeitura Muncipal.

Por ter apresentado o requerimento e solicitado esclarecimentos da Prefeitura Municipal é que o Movimento Causa Operária se rebelou chamando Chediek de facista e de ser membro da extrema-direita.

Neste sábado, o vereador apresentou a seguinte nota:

“Em plena sexta-feira santa, em que relembramos a agonia e a morte de Jesus, tomo conhecimento por meio das mídias sociais, de que um movimento, intitulado “Diário Causa Operária –DCO”, cujo símbolo é uma engrenagem com foice e o martelo no seu centro, postou uma matéria intitulada: “Vereador fascista de Araraquara quer censurar liberdade de expressão”.

A razão disso foi um requerimento que enviei ao Poder Executivo, solicitando providências quanto à fixação irregular de cartazes, principalmente em postes e totens de semáforos, contrariando a legislação, uma vez que poluem visualmente a cidade. Saliento que essa fiscalização compete à prefeitura e ela não está fazendo, cabe cobrança dos vereadores sobre as providências tomadas. Foi o que fiz por meio do meu requerimento.

Esse movimento se achou atingido, me chamando, dentre outras coisas, de vereador fascista e de extrema direita! Como é fácil julgar as pessoas! Então alguém que pede apoio para a sua causa, para financiar uma imprensa revolucionária, cujo símbolo é o do comunismo, ou seja, uma ideologia totalitária (Cuba, Venezuela, China, …), vem tentar me desmoralizar por denunciar uma irregularidade, bem como por cobrar ação da prefeitura contra os transgressores.

Sem entrar na discussão ideológica desse movimento, é triste verificar, mais uma vez , que querem dar “legalidade” a sua ação ao afirmarem que : “a constituição garante liberdade de expressão”. Confundem liberdade com libertinagem, ao utilizarem de bens públicos, protegidos por lei, para panfletarem e poluírem mais ainda nossa cidade.

Até quando vamos permitir coisas desse tipo?”