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Dia Internacional da Mulher: atenção à saúde feminina

Saúde femina deve ser tratada como um todo, considerando o estilo de vida e passando por atendimentos individualizados

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Dia das Mulheres: saúde integral

Marcado nesta quarta-feira (8), está o Dia Internacional da Mulher. E sobre elas, há muito o que falar. Mas que tal focar na saúde dos seus corpos?

SAÚDE ÍNTIMA

É tabu, mas não deveria. Acreditem, a saúde íntima feminina exige diversos cuidados e quando não cumpridos, problemas graves podem aparecer. Infecções, inflamações e doenças genitais, que aparentam ser comuns, podem colocar em risco a vulva, vagina e colo de útero.

A mais frequente é a candidíase, nome que até já é bem mais comentado e abordado em muitas propagandas. Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), essa infecção atinge, pelo menos, 52% das mulheres brasileiras, ao menos uma vez na vida.

Exames preventivos são essenciais para saúde íntima feminina

Outra doença que assombra a saúde íntima feminina é a vaginose bacteriana. Com ela, a mulher sente um odor forte (semelhante ao de peixe) e isso pode incomodar muito. A vaginose acontece quando há desequilíbrio vaginal em relação às bactérias do bem.

Lembre-se que a higiene íntima básica funciona e pode ajudar a evitar que infecções simples evoluam para quadros mais graves. Além disso, é importante manter a realização periódica de exames preventivos, e visitar o ginecologista com frequência.

MÉTODOS CONTRACEPTIVOS

Diferentes estratégias podem ser utilizadas com o objetivo de se prevenir a gravidez, aliás, esses serviços podem ser adquiridos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS):

  • Preservativo masculino e feminino
  • Pílula combinada
  • Anticoncepcional injetável mensal e trimestral
  • Dispositivo intrauterino com cobre (DIU)
  • Diafragma
  • Anticoncepção de emergência
  • Minipílula

A escolha pelo melhor método deve ser feita de maneira individualizada, acompanhada por um médico, que vai avaliar o perfil da paciente para tornar a prevenção mais confortável e de fácil adesão.

SAÚDE MENTAL

Mulheres e jovens sofreram de maneira mais significativa o impacto das consequências sociais e econômicas da pandemia de Covid-19, segundo a OMS.

Os transtornos depressivos e de ansiedade são quase 50% mais comuns entre as mulheres do que entre os homens ao longo da vida.

E tratando-se do universo feminino, o ambiente externo como um todo pode interferir. Cuide do seu corpo e da sua saúde mental com a mesma atenção.