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Secretaria de Saúde não confirma o aparecimento de um segundo caso de Mpox em Araraquara

A Prefeitura de Araraquara disse neste domingo que não há confirmação de um outro caso, estando oficialmente registrada apenas uma ocorrência propagada na semana passada.

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No passado, era conhecida como "varíola dos macacos", pois o vírus foi isolado pela primeira vez em 1958 em macacos de um laboratório na Dinamarca provenientes do continente africano

Segundo a nota distribuída à imprensa, uma criança de 9 anos foi atendida em um das unidades da UPA com uma lesão na pele. Conforme protocolo médico, foram consideradas diferentes hipóteses diagnósticas, como catapora, molusco contagioso, Mpox e impetigo. Por precaução, foi orientado isolamento domiciliar e acompanhamento na UBS de referência.

Até o momento, não há diagnóstico confirmado de Mpox relacionado a esse atendimento e não existe motivo para preocupação.

A Secretaria Municipal de Saúde e a Vigilância Epidemiológica seguem monitorando a situação e reforçam que qualquer atualização será divulgada exclusivamente pelos canais oficiais da Prefeitura de Araraquara.

PRIMEIRO CASO NA CIDADE

Um único caso, confirmado pela própria Secretaria Municipal de Saúde foi anunciado na semana passada. O paciente ainda encontra-se em quarentena, sendo acompanhado pelas equipes de saúde, conforme os protocolos estabelecidos. A amostra foi encaminhada para análise no Instituto Adolfo Lutz.

De acordo com a Prefeitura de Araraquara, o resultado laboratorial oficial foi recebido na manhã de quarta-feira (25) pela Secretaria Municipal de Saúde.

A Mpox (anteriormente conhecida como varíola dos macacos) é uma doença viral rara causada pelo vírus Mpox, do gênero Orthopoxvirus. Em 2024, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reclassificou a doença como uma emergência de saúde global devido à propagação de novas variantes.