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Sincomercio lança o Varejo no Divã e pergunta por que o faturamento recorde de 2025 não trouxe alívio?

Primeira edição do ‘Panorama do Comércio’ da FecomercioSP explica os gargalos que esfriaram o otimismo do setor. Acompanhe a análise feita por especialistas do setor.

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Edição também aborda riscos que a inflação de Serviços impõe ao crescimento do Comércio paulista

O Comércio paulista encerrou o último ano com um número impressionante no balanço: R$ 1,54 trilhão em faturamento. É o melhor resultado da série histórica calculada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Contudo, ao conversar com qualquer lojista, o sentimento agora é de cautela, e não de festa. O que estamos vendo é um setor tentando entender por que o fôlego diminuiu de repente.

Desde novembro, o ritmo das vendas vem perdendo força. Nem mesmo a Black Friday ou as festas de fim de ano foram capazes de sustentar o otimismo. A verdade é que o Varejo está sendo atingido por uma combinação indigesta — juros que demoram a cair na ponta, uma inflação dos Serviços que teima em não ceder e famílias que, embora estejam consumindo, carregam um endividamento que limita qualquer salto maior.

A primeira edição do Panorama do Comércio, nova publicação mensal da FecomercioSP, mergulha nesses contrastes. O material aborda desde o impacto da Selic sobre o fluxo de caixa até o momento crítico dos estoques, que, hoje, oscilam entre a falta de produtos e problemas com o capital de giro.

Confira a edição de estreia do Panorama do Comércio diretamente aqui: Panorama do Comércio abr26