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Que 2020 seja um bom ano, de fato e de direito

Por Sônia Maria Marques

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Alguém nos dizia tempos atrás – Como poderá o ano novo ser feliz se os homens que promovem as infelicidades continuarem sendo os mesmos? Nestes últimos tempos a frase tem se tornado uma lógica diante dos fatos que ocorrem nas mais variadas situações, causando principalmente temor e colocando a humanidade ainda mais apartada dos princípios morais e éticos.

Vivemos enclausurados ultimamente e quase sufocados pelo avanço da tecnologia; dela nos tornamos escravos e vivemos em função deste período de transformações, temendo chegar tarde na competitividade com o próximo. Nos afastamos da humanização e há um distanciamento até mesmo familiar por conta da interação entre o homem e a máquina.

Mas há um jeito do mundo ser melhor; isso se você conseguir melhorar as condições de relacionamento neste seu pequeno mundo de família, trabalho, diversões e amizades. Se acontecer tudo isso, o mundo inteiro ficará menos ruim, consequentemente, ficará melhor. Porque você o melhorou no seu pequeno ou no seu grande círculo de relações.

Então você deve tentar, experimentar ser melhor em 2020. Hélio Ribeiro, um jovem comunicador dos anos 70, chegou a explicar em suas obras que, afinal de contas essa vida é sua, é minha, é nossa, e ela passa tão rapidamente, tão veloz, de repente você não está mais aqui, de repente você quer abrir os olhos e não abre mais! Precisamos renovar os nossos pensamentos e ações em 2020. Vamos crer.

*Sônia Maria Marques, é jornalista

** As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem,necessariamente, com as do RCIARARAQUARA.COM.BR