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34ª Semana Luís Antonio: Café de Investigação e Cenas Curtas ilustram esta terça-feira (21)

Eventos ocorrem no no Palacete das Rosas e Sesc Araraquara

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Lilly Baniwa estará no Café de Investigação

A terça-feira, 21 de junho, da programação da 34ª Semana Luís Antonio Martinez Corrêa tem início às 17 horas com o Café de Investigação, com Lilly Baniwa e Cauã Borari, no Palacete das Rosas Paulo A.C. Silva, seguido pela “Mostra de Cenas Curtas – Encontros mais que Possíveis” a ser realizada no Sesc Araraquara, a partir das 20 horas. Toda a programação é gratuita e é necessária a apresentação do comprovante de vacina e obrigatório o uso de máscara durante os eventos.

O segundo Café de Investigação da programação será às 17 horas, no Palacete das Rosas, com Lilly Baniwa e Cauã Borari. Os artistas apresentam uma perspectiva indígena sobre as práticas do teatro contemporâneo, traçando um paralelo com a invasão dos territórios brasileiros pelos colonizadores e refletindo sobre como essa prática de soterramento da cultura indígena sobrevive aos dias de hoje. Haverá a encenação de uma performance durante o café.

CENAS CURTAS

Ainda, na noite da terça, às 20 horas, o Sesc Araraquara recebe a “Mostra de Cenas Curtas – Encontros mais que Possíveis”, com as cenas “Banzo”, “Cartas para Adelaide” e “Rizoma” – trabalhos selecionados por meio de edital, com artistas de Araraquara. A retirada de ingressos deve ser realizada com uma de antecedência e é necessária a apresentação do comprovante de vacina e o uso obrigatório de máscara durante o evento.

“Banzo” narra história de Akin (interpretado pelo artista Bruno Caldeira), que se depara com indagações sobre si mesmo e questiona o seu lugar de pertencimento no mundo. Abalado com a situação na qual se encontra por conta dos resquícios do pós-abolição e da situação de negligência da diáspora negro-brasileira, Akin – trazido pelo tráfico transatlântico para o Brasil – tenta retornar para seu país de origem, no continente africano. Nessa viagem de reencontro, Akin se vê perdido em suas próprias dúvidas e certezas, com um misto de raiva, euforia e encantamento. “Banzo” foi adaptado e inspirado na obra teatral “Taniko, o Rito do Vale” (de Zenchiku). A classificação etária é de 16 anos.