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Acidentes de trânsito com vítimas caem 32% em julho em Araraquara

Foram 77 ocorrências neste ano contra 114 no mesmo mês do ano passado, segundo levantamento do Governo do Estado

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Coordenador de Mobilidade Urbana, Nilson CarneiroNilson Carneiro com o prefeito Edinho

Os acidentes de trânsito com vítimas caíram 32% em Araraquara no último mês de julho, na comparação com julho do ano passado, segundo informações do Infosiga, que integra o “Programa Respeito à Vida”, do Governo do Estado de São Paulo: foram 77 acidentes neste ano contra 114 naquele mês de 2019.

Para o coordenador de Mobilidade Urbana, Nilson Carneiro, a queda nos números reflete os investimentos da Prefeitura em segurança do trânsito e a redução do movimento nas ruas da cidade por causa da pandemia da Covid-19.

“Além da pandemia, que diminuiu o volume de tráfego, principalmente de pedestres, houve um investimento expressivo na área de trânsito nos últimos anos, como semáforos, lombadas e lombofaixas e sinalização”, explica Nilson.

Por outro lado, a quarentena para combate à pandemia fez aumentar as viagens de motocicleta devido às entregas de produtos por delivery. “Mas mesmo assim, com nossos investimentos, houve essa redução nos acidentes”, salienta o coordenador.

Em 2016, quando a frota de veículos era de 170 mil, foram 30 vítimas fatais registradas no trânsito de Araraquara. Já no ano passado, com 185 mil veículos (15 mil a mais), foram 23 óbitos no trânsito, uma queda de 23%. O índice de vítimas fatais por 10 mil veículos caiu de 1,77 para 1,24.

Somente entre 2018 e 2019, a Prefeitura investiu R$ 1.882.342,00 em sinalização horizontal e vertical, além de R$ 1.398.000,00 em lombadas redutoras de velocidade, lombofaixas e rampas de acessibilidade. Outros R$ 208.044,60 foram aplicados em educação de trânsito no ano passado.

PLANO DE MOBILIDADE URBANA

Um Plano Diretor de Mobilidade Urbana também está em fase de elaboração por meio de convênio com a UFSCar (Universidade Federal de São Carlos). Esse plano tem objetivo de fazer um diagnóstico da mobilidade local, verificando os padrões de deslocamento da população nos mais diferentes meios de transportes e identificando os principais pontos críticos da circulação urbana.

O trabalho, que irá contemplar todo o município (incluindo o distrito de Bueno de Andrada e os principais acessos rurais), ainda irá propor ações de melhorias para o futuro e adequações nos espaços físicos e na cultura local.