A esteticista de 35 anos, presa em flagrante no dia 2 de junho de 2026 em Araraquara por suposta comercialização de canetas emagrecedoras, foi colocada em liberdade provisória. Ela responderá ao processo em liberdade após o juiz entender, em audiência de custódia no dia 3, que não havia requisitos para a prisão preventiva.
A prisão e a apreensão dos produtos comercializados foram recolhidos pelo delegado Elton Hugo Negrini e sua equipe de investigação cumprindo mandado de busca em um imóvel na região da Vila Xavier.
Na oportunidade, foram recolhidas 99 seringas, agulhas, caixas térmicas e ampolas de substâncias sem registro (como Retatrutida) ou de origem estrangeira, provavelmente paraguaia, empresa supostamente representada pela mulher, como ela mesmo diz em vídeo institucional que circula nas redes sociais.
A defesa da investigada alegou que os produtos eram para consumo próprio, afirmando que ela é adepta dos tratamentos, e negou a comercialização. Ela responderá pelos crimes em liberdade, enquanto a Polícia Civil continua as investigações sobre a origem dos produtos e a prática de procedimentos.
O uso de medicamentos injetáveis para emagrecimento (como os análogos de GLP-1) exige receita médica e acompanhamento rigoroso de especialistas devido aos riscos à saúde.