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Gastos e planejamento do Carnaval são questionados por Elias Chediek

Vereador encaminhou três requerimentos à Prefeitura, pedindo esclarecimentos

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Durante a 143ª Sessão Ordinária, realizada na terça-feira (3), no Plenário da Câmara Municipal, o vereador Elias Chediek (MDB) apresentou três requerimentos, protocolados na Casa de Leis e encaminhados ao Executivo, nos quais questiona a Prefeitura sobre o planejamento e a execução das festividades do Carnaval 2020.

No Requerimento nº 274, o parlamentar solicita um relatório detalhado, com a discriminação de todos os valores dispendidos para a realização do “Carnaval da Paz e da Cidadania de Araraquara 2020”. “Foram utilizados recursos públicos para a realização das comemorações. A população tem o direito de saber quanto foi gasto”, justifica.

O Requerimento nº 268 diz respeito aos blocos carnavalescos da cidade, que receberam apoio financeiro e estrutural da Prefeitura por meio do Edital nº 001/2020 da Secretaria Municipal de Cultura. Chediek solicita a documentação relativa ao processo de seleção e contratação dos mesmos. O edital previa o pagamento de R$ 3 mil para cada bloco contemplado e a cessão de três banheiros químicos para o local de concentração no dia do desfile. Seis proponentes foram aprovados.

Por fim, o vereador questiona a logística do evento. “Recebi muitas reclamações de comerciantes e moradores dos pontos de concentração e dos locais por onde os blocos passaram, relativas a falta de planejamento, segurança e estrutura”, relata. “As ruas foram fechadas pelos foliões, impedindo o trânsito de veículos e a mobilidade de moradores e empresários.

Além disso, não havia banheiros e lixeiras no percurso e na dispersão dos blocos, levando os foliões a fazerem as suas necessidades e o descarte do lixo nas ruas”, acrescenta.

Motivado por essas queixas, Chediek protocolou o Requerimento nº 267, perguntando à Prefeitura qual foi o planejamento feito pelo município no que se refere a segurança e estrutura para o Carnaval proporcionado pelos blocos e como tal planejamento efetivamente ocorreu. “O trânsito na cidade ficou um caos, indicando que não houve planejamento adequado, muito menos efetivo de agentes de trânsito e segurança. Queremos saber como se deu o planejamento desses eventos”, conclui.

A Prefeitura tem o prazo inicial de 15 dias para responder, o qual pode ser prorrogado chegando a 55 dias.