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Homem descobre que a ex tem nova relação, surta, xinga, bate e a ameaça de morte

Caso ocorreu no Jardim Acapulco na noite de sábado; ocorrência foi registrada no domingo

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Imagem ilustrativa

Em ocorrência registrada na noite de domingo (21), uma moça de 23 anos disse que na noite de sábado (20) sofreu violência e ameaça por parte de seu ex-companheiro, um rapaz de 24 anos, com quem teve um relacionamento de sete anos, sendo que durante três anos foi casada com ele.

Ela conta que já há dois anos não estavam mais juntos, mas se separaram oficialmente há seis meses. Ele, aliás, estava em um novo relacionamento, que acabou cerca de um mês atrás. O último dia 16 de março, data em que ela comemorou seu aniversário, foi marcado também como o início de uma nova vida. Ela, então, passou a namorar outro rapaz.

Mas ao ficar sabendo de novo relacionamento de sua ex, ele passou a enviar mensagens de email para tentar a reconciliação.  Sem repostas, ele seguiu até a casa da moça e foi atendido por ela. Nesse momento, o jovem pegou o celular dela em busca de informações íntimas e começou a ofendê-la.

“Eu sempre soube que você não prestava, estava saindo com os dois, safada! É melhor você sair da cidade, vou acabar com você no bairro e na internet”, ameaçou. Como se não bastasse, pediu para que ela ligasse para o atual namorado e, como ela não o fez, ele ligou do celular dela e, assim que o rapaz atendeu, perguntou: “Quando foi a última vez que vocês fizeram sexo?”

Sem reposta, ele continuou: “Então tá, pode ficar com sua putinha pra você!”. Assim que desligou, passou a xingá-la e a agredi-la. Deu um tapa em seu rosto, passou uma rasteira e jogou o celular na vítima, deixando o local em seu saveiro cinza.

Minutos depois, ele ligou chorando para ela e confessou: “Eu pensei em te matar”. Neste mesmo dia, ele ainda passou de bicicleta em frente à casa dela, onde estavam seus pais e o novo namorado. Como se nada tivesse acontecido, ele parou, mas ao perceber que a mãe da vítima se alterou, foi embora.

A moça foi orientada quanto procedimento legal, já que foi vítima de lesão corporal dolosa, mas se limitou a pedir medidas protetivas de urgência, temendo por sua integridade física.