Em entrevista inédita concedida em 1974, ex-prefeito Rubens Cruz fala das...

Material traz detalhes da construção do Gigantão e do Paço Municipal

Em entrevista realizada há quase cinco décadas, Rômulo Lupo conta o...

Material inédito é publicado na íntegra pelo Portal RCIA

Historiador recupera entrevistas feitas há quase cinco décadas

Realizado na década de 70 no IEEBA, trabalho foi orientado pela professora Emery Azzoni

A incrível história de Sereno, com seus sonhos e conquistas por...

Com a velha e surrada bicicleta que lhe foi dada pelo patrão Serafin Pacchioni, Antônio Onofre – conhecido Sereno – começou a escrever uma história pontilhada pelo querer e poder, desafiando adversidades e mostrando que é possível vencer na vida com perseverança.

Há 60 anos começava a ser montado o primeiro Presépio de...

Outubro de 1960. Em uma mesa com dois metros de comprimento colocada no interior das suas oficinas, o DER começou a criar o seu presépio, que entrou para a história da cidade. Adão Daniel de Souza, sobrevivente deste grupo operacional narra a verdadeira epopéia que arrastava milhares de visitantes.

O araraquarense símbolo no combate as epidemias nas três Américas

Homenageado pela Fundação Nelson Rockefeller e também pelos Governos do Brasil, Argentina e Paraguai, pela forma com que combatia os diversos tipos de epidemias, o professor Savério Ianelli tornou-se um nome lendário dentro da Saúde Pública latino-americana com direito a salas especifícas na Sucen e no Sesa. Em meio a pandemia do coronavírus seu nome vem à tona por suas ações inesquecíveis.

A Ferroviária representa tudo para mim no futebol como treinador, diz...

Ele é o quarto treinador que mais comandou a Ferroviária na história, com 169 jogos, além de ter uma carreira vitoriosa como jogador na Itália. Sérgio Clérice, 79 anos, ex-atacante, é natural de São Paulo e contou um pouco da sua história ao site oficial da Ferroviária.

Depois do Boliche a chegada do Gimba, primeiro “self service” de...

No final dos anos 60, Araraquara com seus 58 mil habitantes era uma cidade emergente no interior; para ela tudo ia bem e nela os investidores tinham certeza de retorno garantido. Uma das maiores investidas de Aparecido Dahab, o “Aparicio”, foi a área de alimentação, convocando para ser parceiro o cunhado José Aboud, logo após o fechamento do Boliche, a “febre” da cidade naquela época. Curioso contudo era a desconfiança sobre a novidade que chegara: “como pesar aquilo que vou comer”.

Nhô Zélio, o caipira vereador da Brasil FM

“Nhô Zélio”, o caipira alegre e diferente como sempre foi chamado no rádio é um dos raros profissionais da cidade a ter seu nome mencionado no Domingão do Faustão.

Eternamente, o Escurinho da Cantina do Nhô Bento, pai do Buíra

A emergente cidade dos anos 60 parecia mergulhada em querer descobrir as novidades. Tempos em que os gaúchos começavam a vir para montar churrascarias; as raras pizzarias habitavam o centro; bares e lanchonetes se diluíam envolvidas pela tradição brasileira e há quem apostava na tendência das cantinas. Foi o que fez o querido “Escurinho”.

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